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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Testemunhos sob ataque


Primeiro vêm as ideias discordantes, depois a dúvida e por fim a apostasia
Em Apocalipse 12:17, Satanás é apresentado na forma de um dragão que persegue a mulher, símbolo da igreja verdadeira. O motivo da perseguição é bastante claro: porque a igreja guarda os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus. E de acordo com o próprio Apocalipse (19:10), o testemunho de Jesus é o “espírito de profecia”.

Satanás perseguiu, persegue e continuará perseguindo a igreja, especialmente por causa desses dois pilares fundamentais. Ele tenta convencer as pessoas de que a lei de Deus é inadequada aos dias de hoje, que ela foi abolida, ou mesmo que a graça dispensa a lei. Mas se permanecemos firmes aos princípios da santa lei, Satanás intensifica seus ataques em outra direção: contra o testemunho de Jesus.

Quando não consegue destruir a fé na lei de Deus, o inimigo tenta com todas as forças e formas destruir a fé no espírito de profecia, nos escritos de Ellen G. White. Isso funciona mais ou menos assim: o inimigo ajuda alguns a terem uma interpretação diferente da igreja. Faz com que eles tenham certeza de que estão certos. Quando ele acha que atingiu o objetivo, faz o arremate: mostra à pessoa uma citação do espírito de profecia que diga exatamente o oposto do que ela está pensando. Nesse momento, ou a pessoa se humilha diante de Deus e estuda a Bíblia em oração, ou mantém seu posicionamento, desacreditando o espírito de profecia. Esse é um processo gradual que leva a pessoa a não querer nem mesmo ouvir alguém pregar ou falar sobre Ellen White. Cria-se uma aversão infundada.

Levar as pessoas a extremos também é uma tática amplamente utilizada por Satanás. Se há os que esposam ideias legalistas e radicais a respeito dos escritos do espírito de profecia, há também os que os ignoram por completo. Os segundos às vezes até fazem isso em função dos primeiros. Mas uma leitura cuidadosa e sem preconceitos mostra que Ellen White foi uma mulher equilibrada em tudo o que escreveu. Portanto, os que usam seus escritos de forma inadequada e sem a devida consideração para com o contexto e a época da profetisa apenas lançam sombras sobre seu ministério. Para “ajustar o foco” a respeito da vida e obra dessa mulher singular, vale a pena ler o livro Mensageira do Senhor, de Herbert E. Douglass, e mesmo o livreto Histórias de Minha Avó, de Ella M. Robinson, neta da Sra. White (ambos da CPB).

Embora saibamos que a Bíblia é nossa única regra de fé e prática, e que os escritos de Ellen White são, como ela mesma diz, uma luz menor que conduz à luz maior, a negação da inspiração de tais escritos é algo muito sério. No livro Mensagens Escolhidas, volume 1, página 48, está escrito que “será ateado contra os testemunhos um ódio satânico. [...] Satanás não pode achar caminho tão fácil para introduzir seus enganos e prender almas em seus embustes se as advertências e repreensões e conselhos do espírito de profecia forem atendidos.”

No mesmo livro, à página 84, é dito que “uma coisa é certa: os adventistas do sétimo dia que tomarem sua posição sob o estandarte de Satanás, primeiramente renunciarão à sua fé nas advertências e reprovações contidas nos testemunhos do Espírito de Deus”.

O perigo das ideias especulativas

É curioso notar como há pessoas que vivem à caça de ideias especulativas que invariavelmente tendem a desviar a atenção do que realmente é essencial. Encontram as mais esdrúxulas “revelações”, tanto na Bíblia quanto no Espírito de Profecia. Quanto a isso, também, a mensageira do Senhor é bem clara: “Não devem ser promovidas ideias especulativas, pois há mentes singulares que gostam de apegar-se a um ponto que outros não aceitam, e argumentar e atrair tudo para aquele único ponto, insistindo nele, ampliando-o, quando ele na verdade não é de importância vital e será entendido de maneira discordante. Duas vezes me foi mostrado que se deve conservar em segundo plano tudo o que for de natureza a levar nossos pastores a divergirem dos pontos que são agora essenciais para este tempo” (Ellen G. White, Carta 37, 1887 [Manuscript Releases, v. 15, p. 20-22]).

É de extrema importância, pois, que saibamos dar a “razão [de nossa] esperança” (1Pd 3:15), alicerçada em profundo conhecimento bíblico, pois, “ao vir a sacudidura, pela introdução de falsas teorias, esses leitores superficiais não ancorados em parte alguma, são como areia movediça” (Ellen G. White, Testemunhos para Ministros, p. 112).

Mais ainda: não basta um conhecimento meramente racional da verdade. É preciso experiência. A verdadeira religião desce da mente para o coração e impregna toda a vida, pois está baseada numa relação de íntima comunhão com Jesus. Ellen White diz que “estão rapidamente se aproximando dias quando haverá grande perplexidade e confusão. Satanás, trajado com vestes angelicais, enganará, se possível, os próprios escolhidos. [...] Soprará todo vento de doutrina. [...] Os que confiaram no intelecto, no gênio ou talento, não permanecerão à testa das fileiras e colunas. Eles não mantiveram seu passo com a luz” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 80).

A Bíblia nos adverte a estarmos bem firmados na Rocha e a sermos cuidadosos em nossas interpretações para não perdermos a coroa da vitória (Ef 4:14; Mt 7:24, 25; 2Pd 3:15-18; Ap 3:11). Devemos, acima de tudo, reconhecer o inestimável presente que nos foi legado por Deus por meio dos escritos inspirados de Ellen White, e utilizá-los em nossa edificação e na edificação do próximo. “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr 20:20).

Vanderlei Ricken é bibliotecário do IACS, RS; Michelson Borges é jornalista, mestre em teologia e editor na Casa Publicadora Brasileira.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Leitura bíblica faz com que as pessoas tenham mais consciência social, revela estudo


Um novo estudo da Universidade norte-americana Baylor revelou que a leitora frequente da Bíblia faz com que as pessoas tenham mais consciência social, se preocupando mais com a pobreza e tratando criminosos de uma forma mais humana.

A pesquisa foi coordenada pelo pesquisador Aaron Franzen que apontou que a probabilidade de os cristãos dizerem que é importante procurar ativamente a justiça social e econômica para ser uma boa pessoa aumentou 39% entre o que fazem a leitura da Bíblia ao menos uma vez por ano comparado aos que leem mais de uma vez por mês.

Entre os cristãos entrevistados, 27% estão mais propensos a dizer que é importante consumir ou usar menos produtos e ser uma pessoa boa ao se tornaram leitores mais frequentes da Bíblia.

De acordo com os dados desta pesquisa, a leitura frequente da Palavra de Deus também está ligada a melhores atitudes em relação à ciência. Os entrevistados mostraram que, entre os que mais leem a Bíblia, têm 22% menos probabilidade de ver a religião e a ciência como incompatíveis.

No caso de outro debate sobre a política pública e a união de pessoas do mesmo sexo, quase metade dos entrevistados que leem a Bíblia menos de uma vez por ano disse que homossexuais podem casar-se, enquanto que apenas 6% das pessoas que leem a Bíblia várias vezes por semana aprovam essas uniões.

Os leitores mais assíduos da Bíblia também mostraram-se mais propensos a se opor ao aborto legalizado, à pena de morte. Além disso, pedem punição mais severa para criminosos e o aumento da autoridade do governo para combater o terrorismo.

O estudo de Franzen também revelou que os efeitos desse hábito devocional parecem transcender as fronteiras comumente estabelecidas entre conservadores e liberais. Nessa pesquisa, menos de 25% dos entrevistados disseram ler a Escritura uma vez por semana ou mais.

Para Franzen, seu estudo mostra que “os literalistas tendem a ler a Escritura com mais frequência, mas ao longo do tempo a leitura apenas reforça seu conservadorismo”. (Adonainews)

Nota: "Quando as lições da Bíblia são aplicadas na vida diária, exercem elas profunda e duradoura influência sobre o caráter." (Ellen White, Atos dos Apóstolos, 205). Paulo escreveu a Timóteo que "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça,a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra." II Timóteo 3:16,17.

"Nada há mais apropriado para fortalecer o intelecto do que o estudo das Escrituras. Nenhum outro livro é tão poderoso para elevar os pensamentos, para dar vigor às faculdades, como as amplas e enobrecedoras verdades da Bíblia. Se a Palavra de Deus fosse estudada como devera ser, os homens teriam uma largueza de espírito, uma nobreza de caráter e firmeza de propósito que raro se vêem nesses tempos." (Ellen White,Caminho a Cristo, 90). Pr. Evandro Fávero

http://www.amissao.com/

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O Primeiro Pilar do Espiritismo: A Reencarnação – Refutada!


 

De acordo com a doutrina espírita, reencarnar significa voltar com a alma para dentro de um novo corpo. Veja o que o pai do espiritismo moderno – Allan Kardec – disse sobre o assunto no capítulo quatro do livro O Evangelho Segundo o Espiritismo:
“Não há dúvida que, sob o nome de ressurreição, o princípio da reencarnação era uma das crenças fundamentais dos judeus e que foi confirmada por Jesus e pelos profetas de uma maneira clara. De onde se segue que negar a reencarnação é negar as palavras do Cristo”.
(Disponível em: http://www.espirito.org.br/portal/download/pdf/ese/o-evangelho-segundo-o-espiritismo.pdf Acesso em: 16 de março de 2009).
Será que Allan Kardec tem base bíblica para afirmar uma coisa dessas?

1) É verdade que a reencarnação era uma das crenças fundamentais dos judeus e que foi confirmada por Jesus?

Resposta: Com certeza, não. Para os judeus que escreveram a Bíblia, não existe o termo “reencarnação” e muito menos tal ideia aparece nas Escrituras. Os judeus entendiam a morte como sendo um estado de total inconsciência (estudaremos sobre isso noutra lição. Você poderá conferir isso na Bíblia e em comentários sobre a história dos judeus.) até o dia da ressurreição corporal. Vejamos:
“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.” Eclesiastes 9:5-6.
“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.” Eclesiastes 9:10.
“Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como o orvalho de vida, e a terra dará à luz os seus mortos.” Isaías 26:19.
Só esses textos já são suficientes para provar que os judeus jamais acreditaram na reencarnação, tanto que o livro Eclesiastes afirma que na morte não há consciência, amor, ódio, e que a pessoa morta não tem parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol, ou seja, nesse mundo. Se não tem parte alguma nos acontecimentos do nosso cotidiano, então isso significa que não reencarna.
A seguir, veja a lista de alguns escritores judeus que acreditavam ser a morte um sono e não uma “oportunidade para reencarnar”:
• Davi – Salmo 13:3;
• Jeremias – Jeremias 51:57;
• Daniel – Daniel 12:2; 13;
• Paulo – 1 Coríntios 15:6, 20; Tessalonicenses 4:13-15. Mais de 50 vezes a Bíblia compara a morte a um sono!
E, para finalizar a lista com “chave de ouro”, o próprio Jesus – ao contrário do que disse Allan Kardec – demonstrou a mesma crença de que a morte é um sono e que, portanto, não é possível uma pessoa que está dormindo – e inconsciente – reencarnar:
“Isto dizia e depois lhes acrescentou: Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Jesus, porém, falara com respeito à morte de Lázaro; mas eles supunham que tivesse falado do repouso do sono. Então, Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu” João 11:11-14.
Portanto, aceitar a reencarnação é que significa negar as palavras de Cristo!

2) E a afirmação de Allan Kardec de que para os judeus “reencarnação é outro nome para ressurreição”?

Resposta: Simplesmente não há apoio bíblico para uma afirmação dessas. Por algumas razões:
• De acordo com a maioria dos dicionários, “reencarnação” é o ato ou efeito de reencarnar, ter pluralidade de existências com um só espírito (em corpos diferentes). Já a palavra “ressurreição” vem dos termos gregos “anástasis” e “égersis” que significam: levantar, erguer, surgir, sair de um local ou de uma situação para outra.
Perceba que o significado do termo “ressurreição” no original bíblico nada tem a ver com reencarnação!
Biblicamente, “ressurreição” é o mesmo que ressurgir – do pó da terra, segundo Isaías 26:19 – e não reencarnar.
• Na Bíblia, são mencionados oito casos de ressurreição, sendo sete de restauração da vida, isto é, ressurreição para tornar a morrer e não ressurreição para tornar a reencarnar.
No mesmo livro em que Kardec afirma que “ressurreição” e “reencarnação” são “sinônimas”, ele se contradiz:
“As idéias dos judeus sobre esse assunto, e sobre muitos outros, não estavam claramente definidas, pois apenas tinham noções vagas e incompletas sobre a alma e sua ligação com o corpo”.
(Disponível em: http://www.espirito.org.br/portal/download/pdf/ese/o-evangelho-segundo-o-espiritismo.pdf Acesso em: 16 de março de 2009).
Como os judeus poderiam crer que a ressurreição é o mesmo que reencarnação se eles “apenas tinham noções vagas e incompletas sobre a alma e sua ligação com o corpo”?
Também merece destaque a aparente prepotência dele em dizer também que os judeus “Designavam pela palavra ressurreição o que o Espiritismo chama mais apropriadamente de reencarnação”. Como um homem pode dizer que o espiritismo sabe melhor que Deus o significado do termo ressurreição, sendo que o Eterno é o Autor da Vida e da Bíblia? (Atos 3:15; 2 Timóteo 3:16).
Como Allan Kardec poderia estar certo se Jesus disse em João 11:25 que Ele – Cristo – é a fonte de vida e que o meio que utilizará para devolver a vida aos mortos será a ressurreição, como ensinada na Bíblia? (Conferir João 5:28, 29 – aqui fala de ressurreição para vida e não de reencarnação para a vida!).

3) Em quais textos bíblicos Allan Kardec se baseou para afirmar que Jesus e os judeus acreditavam na reencarnação?

Resposta: Ele tira do contexto vários versículos para tentar apoiar “biblicamente” as conclusões dele. Iremos analisar os principais e colocá-los no devido contexto para que nosso(a) amigo(a) não fique com dúvida alguma sobre o que a Bíblia realmente ensina sobre o assunto:
• Mateus 11:13-15 – Com base nesse texto, os espíritas ensinam que João Batista era “Elias reencarnado”.

Refutação:

1) A afirmação de Jesus em Lucas 7:28 e Mateus 11:11 diz: “Entre os nascidos de mulher, não surgiu ninguém maior que João Batista…”. Ele não afirmou “entre os reencarnados” não surgiu ninguém maior que João Batista;
2) O próprio João Batista disse que não era Elias! “Então, lhe perguntaram: Quem és, pois? És tu Elias? Ele disse: Não sou. És tu o profeta? Respondeu: Não”. João 1:21. João Batista sabia quem ele era melhor do que qualquer um! (só Deus conhece o ser humano mais que todos).
3) João 10:41 diz que “…João não fez nenhum sinal…” Com Elias foi diferente: ressuscitou mortos, fez com que descesse fogo do céu e realizou outros milagres que João nunca fez (ler 1 Reis 17:19-24; 18:41-46; 2 Reis 1:9-16). Fica claro com isso que eles não eram a mesma pessoa, pois cada um tinha seus dons espirituais.
5) Elias, nunca morreu! De que modo ele poderia reencarnar se foi levado em vida ao céu? (ler 2 Reis 2:11-14). Eis uma prova clara de que, para ir para o mundo espiritual, a pessoa terá de ir com o corpo.
• João 3:1-12 – Allan Kardec diz que “nascer de novo” significa “reencarnar”.
Refutação: A experiência do Novo Nascimento é umas das mais lindas e sobrenaturais que existe. O Espírito Santo convence e atrai o pecador para Jesus e transforma-o completamente. Portanto, não podemos confundir reencarnação com regeneração do ser humano.
Quando o Salvador afirmou que devemos nascer de novo, não tinha em mente a ideia da reencarnação por que:
1) “Nascer da água” é ser batizado por imersão, como Jesus foi batizado;
2) “Nascer do Espírito” é ser transformado pelo Espírito Santo.
O novo nascimento, longe de significar reencarnação, é uma transformação do caráter que se revela em atitudes, incluindo a obediência a Deus (João 14:15). As coisas erradas que gostávamos de fazer não gostamos mais; as coisas certas que não gostávamos de realizar, passamos a gostar.
Isso é “nascer de novo”: mudar de vida, ou seja, morrer para uma vida de pecado e ressuscitar para uma vida santa com Jesus Cristo (Romanos 6:4).
Ser nascido “da água e do Espírito” equivale a “nascer de novo”. No grego, “nascer de novo” significa “nascer do alto”, de Deus. Os que são nascidos do alto têm o Criador como Pai e se parecem com Ele no caráter. Pela graça de Cristo, desde o momento em que nascem de novo, obtêm forças para lutar contra o pecado (Romanos 6: 12-16) ao invés de permitir que o pecado os domine (1 João 3: 9; 5: 18).
Com isto, concluímos que o novo nascimento não é reencarnar; é ser transformado pelo Espírito Santo. A Bíblia não ensina a existência da reencarnação, de acordo com Hebreus 9:27 (Estudaremos sobre esse texto noutra ocasião).

4) Algumas pessoas têm a sensação de já terem visitado certos lugares e muitos espíritas ensinam que isso acontece por causa de passeios em “vidas passadas”. Como explicar essa impressão de que já estivemos em lugares onde nunca tínhamos ido?

Resposta: Nossa mente é muito complexa ao ponto de a própria ciência não compreendê-la bem. Certo é que o cérebro pode facilmente nos passar a sensação de que já estivemos em determinado lugar, mesmo nunca tendo passado por perto. Simplesmente por que nossa mente já gravou um cenário “parecido”, que poderíamos ter visto em uma viagem, num filme, desenho, etc.
O fato de “acharmos” que já estivemos em determinado lugar jamais poderá insinuar que exista a reencarnação, assim como uma pessoa, que nunca comeu um prato de lasanha poderá dizer: “acho que comi isto em outra vida passada”, pois a lasanha não existe há tanto tempo assim… Se fosse possível comer a lasanha em outra vida, então até mesmo a comida “reencarnar”…

5) Quais textos da Bíblia provam que a doutrina da reencarnação não se origina em Deus? E por quê?

Resposta: São muitos. Vejamos alguns:
• Efésios 2:8,9 – A Bíblia diz que a Salvação é pela graça, é um presente. Se fosse através da reencarnação, seria pelas obras. Está Escrito: “Se, porém, andarmos na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu filho, nos purifica de todo o pecado” 1 João 1:7. Vemos que não é a reencarnação que nos purifica dos pecados, mas UNICAMENTE o sacrifício de Jesus na cruz. Ninguém pode estabelecer outro plano de salvação – nem mesmo Allan Kardec. No Evangelho de João 1:29 está relatado a declaração de João Batista sobre Jesus. Sabe o que ele disse? “Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Não precisamos reencarnar para atingirmos um estágio maior de perfeição: precisamos de Jesus Cristo;
• Romanos 3:24-31 – “sendo justificados (perdoados) gratuitamente , por sua graça, através da redenção que há em Cristo Jesus”. Aqui, a Bíblia menciona que o perdão é através da salvação que há em Jesus e não que iremos melhorar através de sucessivas reencarnações;
• 1 Tessalonicenses 4:13,18 – Nesse trecho bíblico, o Senhor nos diz que irá voltar para nos buscar. Se existisse a reencarnação, como um meio de “aperfeiçoar” o ser humano, por que Jesus teria de vir e nos levar ao céu? Poderíamos ir sozinhos por nossos méritos – algo totalmente antibíblico;
• 1 Coríntios 15:51-54 – Este verso nos ensina que, para sermos aperfeiçoados, Jesus tem de voltar E nos transformar de uma só vez, INSTANTANEAMENTE. Não temos de passar pela reencarnação;
• 2 Coríntios 6:2 – “…eis , agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação…” Podemos notar que a salvação ou o aperfeiçoamento da pessoa não vem depois da morte com a reencarnação, pois, isso levaria muito tempo e o sacrifício de Jesus não teria eficácia alguma. Temos a oportunidade se ser salvos apenas agora, nesta vida. Basta aceitarmos a Jesus como nosso Salvador! (1 João 5:12).;
• Hebreus 9:27 – Este é um dos textos bíblicos que melhor refutam a doutrina da reencarnação. Diz o seguinte: “e, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo…” A Palavra de Deus é clara ao dizer que morremos uma só vez. Não duas, três, quatro ou cinco para depois reencarnarmos. Note que, após a morte, vem o juízo (a vida da pessoa é selada para a salvação ou perdição), e não a reencarnação!

6) Sendo que a reencarnação não existe, como o ser humano pode se aperfeiçoar?

Resposta: Passando por todas as fases da salvação. Resumidamente, são elas:
• A predestinação bíblica***: “assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” Efésios 1:4-5.
• A justificação: “Justificados [tornado justos, perdoados] pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” Romanos 5:1.
• A santificação: “Porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.” 1 Pedro 1:16. “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” Hebreus 12:14.
• A glorificação: “Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados.” Romanos 8:17.
Ser glorificado é ser transformado na volta de Jesus: “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas.” Filipenses 3:20-21.
Nesse processo de salvação elaborado por Deus, não há lugar para a reencarnação! Por que reencarnar se nessa vida estamos sendo santificados e se seremos glorificados na volta de Jesus?

Considerações finais:

Um importante princípio filosófico é o de que “duas coisas contraditórias não podem ser verdadeiras ao mesmo tempo”. Portanto, pelo que estudamos nesse estudo, podemos concluir que aceitamos a Bíblia ou a doutrina da reencarnação. Não há como acreditar nas duas. Qual ensino você irá escolher?
Finalizamos com algumas citações do livro de Jó que também comprovam a não existência da reencarnação. Jó fez uma pergunta e ele mesmo deu a resposta, inspirado por Deus. Oramos para que nosso (a) amigo (a) leitor (a) aceite a resposta bíblica para esta importante pergunta: “os mortos podem reencarnar?”
Pergunta: “morrendo o homem, porventura tornará a viver”? Jó 14:14.
Resposta: “… assim o homem se deita, e não se levanta: enquanto exibirem os céus não acordará, nem será despertado de seu sono” (verso 12).
“… antes que eu vá para o lugar de que não voltarei, para a terra das trevas e da sombra da morte…” Jó 10:21.
“Porque dentro de poucos anos eu seguirei o caminho de onde não tornarei” Jó 16:22.
“Tal como a nuvem se desfaz e passa, aquele que desce á sepultura jamais tornará a subir. Nunca mais tornará a sua casa, nem o lugar onde habita o conhecerá jamais” Jó 7:9,10.
Convite: Estude sobre o assunto na Bíblia e não deixe de acompanhar os próximos estudos.
Minha oração: “Senhor Deus: ajude-me a crer na Bíblia mesmo que durante anos eu tenha aprendido algo diferente. Sou Seu filho e quero aprender mais para ter certeza do que realmente é a Verdade. Dá-me forças para decidir-me ao Seu lado e me proteja em minha busca pelo conhecimento de Sua vontade. Em nome de Jesus. Amém.”
*** Nota: A predestinação na Bíblia não é a mesma apresentada pelo teólogo João Calvino. Enquanto ele ensinava que uns são predestinados para a perdição e outros para serem salvos, a Bíblia afirma que todos são predestinados para salvação e que ninguém é destinado a se perder (ver 1 Tessalonicenses 5:9; Ezequiel 18:4, 20). Na predestinação de Deus, mesmo nos elegendo antes de nascermos, Ele permite que escolhamos continuar salvos ou não (ver Apocalipse 22:17; João 3:16; Jeremias 21:8).

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Traduções Contemporâneas dos 10 Mandamentos



Ed René Kivitz

I Não terás outros deuses

Não crerás na existência de outros deuses, senão de Deus.
Não explicarás o universo senão em relação a Deus.
Não terás outro critério de verdade senão Deus.
Não te relacionarás com pseudodivindades, senão com Deus.
Não dependerás de falsos deuses, senão de Deus.
Não terás satisfação em nada que exclua Deus.

II Não farás imagens

Não tratarás como Deus o que não é Deus.
Não compararás Deus com qualquer de suas criaturas.
Não atribuirás poder divino a qualquer das criaturas de Deus.
Não colocarás nenhuma criatura entre ti e o teu Deus.
Não diminuirás Deus para que possas compreendê-lo ou dominá-lo.
Não adorarás qualquer criatura que pretenda representar Deus.

III Não tomarás o nome do teu Deus em vão

Não dissociarás o nome da pessoa de Deus.
Não colocarás palavras na boca de Deus.
Não te esconderás atrás do nome de Deus.
Não usarás o nome de Deus para te justificares.
Não te relacionarás com uma idéia a respeito de Deus, senão com o próprio Deus.
Não semearás dúvidas respeito do caráter e da identidade de Deus.

IV Lembra-te do sábado

Não deixarás de dedicar tempo exclusivamente para Deus.
Não deixarás de prestar atenção em Deus.
Não deixarás de descansar em Deus.
Não derivarás teu valor da tua produtividade.
Não tratarás a vida como tua conquista.
Não deixarás de reconhecer que em tudo dependes de Deus.

V Honra teu pai e tua mãe

Não negarás tua origem.
Não terás vergonha do teu passado.
Não deixarás de fazer as pazes com tua história.
Não destruirás a família.
Não banalizarás a autoridade dos pais em relação aos filhos.
Não deixarás teu pai e tua mãe sem o melhor dos teus cuidados.

VI Não matarás

Não tirarás a vida de alguém.
Não tirarás ninguém da vida.
Não negarás o perdão
Não farás justiça com tuas mãos movidas pelo ódio.
Não negarás ao outro a oportunidade de existir na tua vida.
Não construirás uma sociedade que mata.

VII Não adulterarás

Não farás sexo.
Não farás sexo na imaginação.
Não farás sexo virtual.
Exceto com teu cônjuge.
Não te deixarás dominar pelos teus instintos físicos.
Não terás um coração leviano e infiel.
Não te satisfarás apenas no sexo, mas te realizarás acima de tudo no amor.

VIII Não furtarás

Não vincularás tua satisfação às tuas posses.
Não te deixarás dominar pelo desejo do que não possuis.
Não usurparás a propriedade e o direito alheios.
Não deixarás de praticar a gratidão.
Não construirás uma imagem às custas do que não podes ter.
Não pensarás só em ti mesmo.

IX Não dirás falso testemunho

Não dirás mentiras.
Não dirás meias verdades.
Não acrescentarás nada à verdade.
Não retirarás nada da verdade.
Não destruirás teu próximo com tuas palavras.
Não dirás ter visto o que não vistes.

X Não cobiçarás

Não viverás em função do que não tens.
Não desprezarás o que tens.
Não te colocarás na condição de injustiçado.
Não desdenharás os méritos alheios.
Não duvidarás da equanimidade das dádivas de Deus.
Não viverás para fazer teu o que é do teu próximo, mas do teu próximo o que é teu.

Fonte: Blog do Ed René Kivitz

quinta-feira, 14 de abril de 2011

As ciladas de satanás


ATENÇÃO: A leitura deve ser realizada de forma a inverter a perspectiva, pois revela as intenções do inimigo.

Segundo é indicado no rodapé da página, esse capítulo foi publicado originariamente no ano 1884, em The Spirit of Prophecy, vol. 4, escrito para a Igreja. Quando Ellen White planejou a apresentação do relato que agora constitui a "Série do Conflito dos Séculos", a qual poderia ser divulgada entre o povo em geral, ela resolveu omitir da edição ampliada de O Grande Conflito, publicada em 1888, alguns trechos escritos especialmente para a Igreja. Ela reconhecia que algumas coisas, que podiam ser ditas apropriadamente para a Igreja, não seriam tão apropriadas para os que não eram membros da Igreja.


Ao se aproximar o povo de Deus dos perigos dos últimos dias, faz Satanás ardorosa consulta com seus anjos quanto ao plano de maior êxito no sentido de lhes transtornar a fé. Vê que as igrejas populares já estão sendo embaladas para dormir, pelo seu poder enganador. Por meio de agradáveis enganos e mentirosas maravilhas, pode ele continuar a conservá-los sob o seu domínio. Dirige portanto seus anjos para que lancem suas ciladas especialmente para os que aguardam o segundo advento de Cristo e se estão esforçando por observar todos os mandamentos de Deus.

Diz o grande enganador: "Devemos vigiar aqueles que estão chamando a atenção do povo para o sábado de Jeová; eles levarão muitos a ver as exigências da lei de Deus; e a mesma luz que revela o verdadeiro sábado, revela também a missão de Cristo no santuário celestial, e revela que a última obra para a salvação do homem está agora indo avante. Conservai nas trevas a mente do povo até que esta obra termine, e teremos conseguido o mundo e a igreja também.

"O sábado é a grande questão que deve decidir o destino de almas. Devemos exaltar o sábado criado por nós. Temos feito com que ele seja aceito tanto pelos mundanos como pelos membros da igreja. Deve agora a igreja ser levada a unir-se com o mundo em sua defesa. Devemos trabalhar por meio de sinais e maravilhas para lhes cegar os olhos quanto à verdade, e levá-los a pôr de lado a razão e o temor de Deus e a seguir os costumes e tradições.

"Influenciarei os pastores populares a desviar dos mandamentos de Deus a atenção dos ouvintes. Aquilo que as Escrituras declaram ser uma perfeita lei de liberdade, será representado como um jugo de servidão. O povo aceita as explanações das Escrituras de seus pastores, e não estuda por si mesmo. Portanto, atuando por meio de seus pastores, posso dominar o povo de acordo com a minha vontade.

"Mas nossa principal preocupação é silenciar esta seita de observadores do sábado. Devemos despertar contra eles a indignação popular. Alistaremos ao nosso lado grandes homens e homens sábios segundo o mundo, e induziremos aos que estão em autoridade a executar os nossos propósitos. Então o sábado que eu estabeleci será forçado pelas leis mais severas e obrigatórias. Os que as desrespeitarem, serão tocados das cidades e vilas e levados a passar fome e privação. Uma vez que tenhamos o poder, mostraremos o que podemos fazer com os que não se desviam de sua fidelidade a Deus. Levamos a igreja romana a infligir prisão, tortura e a morte àqueles que recusavam seguir aos seus decretos; e agora que estamos pondo as igrejas protestantes e o mundo em harmonia com esse braço direito de nossa força, finalmente temos uma lei para exterminar a todos os que não se submeterem à nossa autoridade. Quando se fizer da morte a penalidade da violação do nosso sábado, então muitos dos que agora estão nas fileiras dos observadores dos mandamentos, passarão para o nosso lado.

"Mas antes de adotarmos estas medidas extremas, devemos exercer toda a nossa sabedoria e sutileza para enganar os que honram o verdadeiro sábado e engodá-los. Podemos separar muitos de Cristo, pela mundanidade, luxúria e orgulho. Podem julgar-se salvos porque crêem na verdade, mas a condescendência com o apetite, as paixões mais baixas que confundirão o juízo e destruirão o discernimento, causar-lhes-ão a queda.

"Ide, fazei com que os donos de terras e de dinheiro se embriaguem com os cuidados desta vida. Apresentai o mundo diante deles em sua mais atraente luz, que acumulem o seu tesouro aqui, e fixem sua atenção sobre as coisas terrenas. Devemos fazer o máximo para evitar que os que trabalham na causa de Deus obtenham meios para usar contra nós. Conservai o dinheiro em nossas próprias fileiras. Quanto mais dinheiro obtiverem, tanto mais prejudicarão nosso reino tirando de nós os nossos súditos. Fazei com que se preocupem mais com o dinheiro do que com a edificação do reino de Cristo e a disseminação das verdades que odiamos, e não precisamos temer-lhes a influência, pois sabemos que toda a pessoa egoísta e cobiçosa cairá em nosso poder, e finalmente se separará do povo de Deus.

"Por meio daqueles que têm uma forma de piedade, mas não lhe conhecem o poder, podemos ganhar muitos que de outra maneira nos causariam grande mal. Os mais amantes dos prazeres do que amantes de Deus, serão os nossos mais eficientes auxiliares. Os que pertencem a essa classe, forem mais aptos e inteligentes, servirão de chamariz para atrair outros para as nossas ciladas. Muitos não lhes temerão a influência, porque professam a mesma fé. Levá-los-emos então a concluir que as reivindicações de Cristo são menos estritas do que uma vez creram, e que pela conformação com o mundo exercerão maior influência sobre os mundanos. Assim se separarão de Cristo; então não terão forças para resistir ao nosso poder, e dentro de pouco tempo estarão prontos para ridicularizar o seu antigo zelo e devoção.

"Enquanto não for dado o grande golpe decisivo, devem nossos esforços contra os observadores dos mandamentos ser incansáveis. Devemos estar presentes em todos os seus ajuntamentos. Especialmente em suas grandes reuniões, nossa causa muito sofrerá, e devemos exercer grande vigilância, e empregar todas as nossas artes sedutoras para evitar que as almas ouçam a verdade e por ela sejam impressionadas.

"Terei no terreno, como meus agentes, homens que mantenham falsas doutrinas misturadas com justamente suficiente verdade para enganar almas. Também terei presentes pessoas incrédulas, que expressarão dúvidas quanto às mensagens de advertência do Senhor à Sua igreja. Lesse o povo e cresse essas admoestações, e pouca esperança poderíamos ter de vencê-los. Mas se pudermos desviar-lhes a atenção dessas advertências, permanecerão ignorando nosso poder e sagacidade, e finalmente os ganharemos para as nossas fileiras. Deus não permitirá que Suas palavras sejam menosprezadas impunemente. Se pudermos conservar as almas enganadas durante algum tempo, retirar-se-á a misericórdia de Deus, e Ele as abandonará ao nosso completo domínio.

"Temos de causar lutas e divisões. Temos de destruir a ansiedade deles por sua própria alma e levá-los à crítica, aos juízos temerários, acusando e condenando-se uns aos outros, a idolatrar o egoísmo e a inimizade. Por causa destes pecados, Deus baniu-nos de Sua presença; e todos quantos seguirem o nosso exemplo terão sorte idêntica."

Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 472/475 (Destaques nossos)


Nota DDP: Dominado o restante do cristianismo, as atenções se voltam para os "que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus". Para os conhecedores da verdade, a chave do desvio é mundanismo, luxúria e orgulho. Condescendência com o apetitite e dinheiro formarão os mais eficientes auxiliares, que semearão o rebaixamento dos princípios e a influência do mundanismo. Virão também os falsos ventos de doutrina e o afastamento dos Testemunhos, o que conduzirá finalmente a divisões e seus reflexos mais próximos.

Qualquer semelhaça, não é mera coincidência.

Fonte : http://diariodaprofecia.blogspot.com

domingo, 10 de abril de 2011

Entre. A Verdade Está Aqui !


Todas as igrejas se consideram detentoras da verdade, mas só uma pode fazer essa reivindicação.
Por Rubens S. Lessa
Há uma só verdade. Sempre foi assim, desde o princípio, porque Deus não muda (Tg 1:17; Mt 5:18; Ef 4:5,6). Porém, devido à entrada do pecado no mundo, apareceram duas correntes antagônicas: “a comunidade de Sete e a comunidade de Caim; a comunidade da obediência e a comunidade da rebelião; a comunidade dos fiéis ao Criador e a comunidade dos que abandonaram o Criador”.1 A comunidade dos fiéis é qualificada por um adjetivo específico: “remanescente”. Ela não atribui a si essa qualidade. Deus é quem a chama desse modo. Portanto, essa comunidade de pessoas fiéis não é fruto da vontade humana, mas da soberana vontade de Deus.

O remanescente do tempo do fim é mais numeroso do que muitos imaginam, pois não é composto apenas de pessoas “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17), mas também de um grande número de cristãos sinceros, espalhados por todas as denominações, os quais seguem fielmente a luz que possuem, embora incompleta. Por isso, o conceito bíblico de povo escolhido não implica a rejeição dos demais. Em vez de excluí-los, Deus os aceita como são, para que sejam transformados como Ele deseja. Portanto, a missão final confiada ao remanescente visa à inclusão de todos os sinceros, não importando onde eles estejam. Amin A. Rodor afirma: “A noção de remanescente não sugere uma visão reducionista da salvação, ou seja, que a salvação seja limitada a pessoas dentro da comunhão adventista do sétimo dia.”2

O livro Questões Sobre Doutrina enfatiza: “Cremos que, ao longo de todos os séculos, Deus teve Seus eleitos, que se distinguiram por sua sincera obediência a Ele, seguindo a luz que lhes foi revelada. Eles constituem o que pode ser descrito como a igreja invisível. Cremos também que, em diversos períodos da história terrestre, Deus chamou um grupo de fiéis, tornando-os os únicos depositários e expoentes de Sua verdade.”3
Exclusivismo? - Alguns adventistas não gostam da palavra remanescente. Eles a consideram inadequada, dizendo: “Tem conotação exclusivista.” William G. Johnsson, ex-editor da Adventist Review [Revista Adventista em inglês], pondera: “A maioria dos que desejam que a igreja se veja livre desse termo cresceu, talvez, com essa ideia obtusa. Protegidos por escolas adventistas, tiveram um limitado círculo de relacionamento. Mas, ao avançarem em seus estudos e na vida profissional, seus olhos foram abertos: para sua surpresa, entraram em contato com cristãos profundamente consagrados que não eram membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Seu mundo, outrora puro e ordeiro, teve que ser reconstruído — e o primeiro bloco do edifício foi o conceito a respeito do remanescente.”4

Até certo ponto, essa objeção é legítima, uma vez que Jesus afirmou aos discípulos: “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a Mim Me convém conduzi-las; elas ouvirão a Minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor” (Jo 10:16). Os discípulos ouviram essa advertência porque haviam tentado restringir o povo de Deus.

Em relação à igreja remanescente, Ellen G. White esclarece: “Entre os habitantes do mundo, espalhados por toda a Terra, há os que não têm dobrado os joelhos a Baal. Como as estrelas do céu, que aparecem à noite, esses fiéis brilharão quando as trevas cobrirem a Terra, e densa escuridão os povos. Na África pagã, nas terras católicas da Europa e da América do Sul, na China, na índia, nas ilhas do mar e em todos os escuros recantos da Terra, Deus tem em reserva um armamento de escolhidos que brilharão em meio às trevas, revelando claramente ao mundo apóstata o poder transformador da obediência à Sua lei,”5 A mesma autora acrescenta: “Cada joia será separada e reunida, pois a mão do Senhor está estendida para reaver o remanescente de Seu povo.”6

Termo bíblico — Embora alguns não gostem da palavra remanescente, seu conceito flui ao longo do Livro Sagrado. Por exemplo, Noé e sua família constituíram o que sobrou da humanidade, após o dilúvio. Abraão foi o remanescente depois da torre de Babel. No Egito, José, após longo período de fome na região. Com o livramento do povo hebreu da escravidão egípcia, deu-se origem à primeira comunidade incumbida de atrair as nações pagãs ao único Deus verdadeiro (Dt 6:4; 7:6, 7). A estratégia divina consistiu em eleger um povo para salvar todo o planeta. Tanto é que, muitos séculos depois, Jesus disse à mulher samaritana: “a salvação vem dos judeus” (Jo 4:22). Ou seja, naquele momento, a salvação residia na comunidade remanescente dos judeus. Portanto, ao longo do tempo, Deus usou um povo, uma comunidade e fiéis dispersos para tornar acessível a todos o plano da salvação.

A Bíblia mostra que o remanescente desempenha papel importante na estratégia divina de preservar a verdade, quer por meio da proclamação dos princípios a ela inerentes, quer por meio do exemplo de pessoas fiéis.
A seguir, faremos um resumo das ocorrências do termo “remanescente” e palavras afins, tendo como base o Seventh-day Adventist Bible Commentary:

01. Sob os cuidados de José, a família de Jacó foi preservada no Egito, como “posteridade”, “remanescente” (she’erith – Gn 45:7). A ênfase recai na palavra “preservação”.
02. Em meio a uma apostasia generalizada, Elias protestou: “Só eu fiquei [yathar] dos profetas do Senhor” (1Rs 18:22). Deus, porem, afirmou: “Também conservei [sha’ar] em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal” (1Rs 19:18).
03. Um pequeno “remanescente” (pele tah) das dez tribos “escapou [sha’ar] do poder dos reis da Assíria” e permaneceu na Palestina (2Cr 30:6). No ano 722 a.C, somente Judá foi “deixado” (sha’ar) para atuar como nação (2Rs 17:18). Judá tornou-se o “remanescente” (she’ar) das doze tribos.
04. Poucos anos depois, Senaqueribe conquistou Judá, exceto Jerusalém, considerada o “remanescente”. Esse “remanescente [pele tah] que escapou [sha’ar] da casa de Judá” deveria “lançar raízes para baixo” e dar “fruto por cima”, e continuar como o “remanescente” (she’erith) do povo escolhido de Deus.
05. Um século depois, o rei de Babilônia invadiu a Palestina e também deixou [yether; sha’ar em 2Rs 25:22; cf. 24:14] um remanescente [pele tah; she’ar em 2Rs 25:22].
06. Dos cativos levados por Nabucodonosor, o Senhor prometeu “deixar um remanescente” (yathar). Um “remanescente” (she’rith) dos cativos iria “escapar” [palat] de Babilônia (Jr 23:3; 31:7; 50:28).
07. Há também muitas referências ao “remanescente” em relação ao reino do Messias. Por exemplo: Is 4:2,3; 11:11,16; Jr 23:3; Mq 4:7; Sf 3:13.7
Nos tempos do Antigo Testamento, o “remanescente” era composto de sucessivas gerações de israelitas – o povo escolhido de Deus. A maioria deles caiu em apostasia, mas cada vez que isso acontecia ficava um remanescente fiel.

Finalmente, quando os judeus rejeitaram o Messias (ver O Desejado de Todas as Nações, p. 737, 738), o “reino de Deus” foi retirado deles como povo e dado a uma nação de crentes em Cristo, a qual deveria produzir “os respectivos frutos” (Mt 21:43). O apóstolo Paulo afirma: “Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente [kataleimma] é que será salvo” (Rm 9:27; cf. Is 10:22). Falando sobre o futuro de Israel, ele enfatiza: “Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça” (Rm 11:5).

Restaurando doutrinas — Durante o Concilio de Jerusalém (At 15), ficou definido que a igreja cristã não devia ser sectária nem provincial. Sua missão era ampla, com uma mensagem destinada a todo o mundo. Mas, com o correr do tempo, dogmas e tradições humanas tomaram o lugar das doutrinas bíblicas e, desse modo, a igreja institucional prevaleceu sobre a missão de salvar os pecadores. O resultado não poderia ter sido outro: instalou-se virulenta apostasia, que marcou os 1.260 anos de supremacia papal (Ap 12:6,14). No fim desse período de trevas espirituais (538-1798 d.C), homens inconformados com o ostracismo a que a Bíblia havia sido relegada começaram a reavaliar algumas de suas doutrinas. No norte da Itália, surgiram os corajosos valdenses, que, reunidos em cavernas das montanhas, copiavam a Bíblia para distribuí-la camufladamente em suas andanças. “As igrejas valdenses se assemelhavam à igreja dos tempos apostólicos. Rejeitando a supremacia do papa e prelados, mantiveram a Bíblia como a única autoridade infalível.”8

Contudo, a Martinho Lutero foi confiada uma obra muito especial e de grande repercussão. Ellen G. White afirma que ele estava entre “os que foram chamados para dirigir a igreja das trevas do papado à luz de uma fé mais pura”.9
Certo dia, ao subir a “escada de Pilatos” em Roma, uma voz pareceu dizer-lhe: “O justo viverá por fé” (Rm 1:17). Ao voltar para a Alemanha, Lutero aprofundou-se no estudo das Escrituras e manteve acalorados debates teológicos com os representantes da autoridade papal. Finalmente, rompeu definitivamente com as tradições religiosas e passou a apelar unicamente à Bíblia.
Por meio da Reforma do século dezesseis, Deus desejava levantar um “remanescente” do meio da Babilônia mística. Nesse contexto, vários grupos protestantes surgiram com o propósito de restaurar o evangelho da salvação. Infelizmente, cada um deles ficou satisfeito com o conceito parcial da verdade. Por isso, no “tempo do fim”, Deus suscitou o derradeiro “remanescente” para proclamar “a cada nação, e tribo, e língua, e povo” as três mensagens angélicas delineadas em Apocalipse 14:6-12.

Desde o início de sua história, os Adventistas do Sétimo Dia têm proclamado essas solenes advertências como o último apelo de Deus a este mundo. Nenhum outro corpo religioso prega a verdade em sua plenitude. Portanto, nenhum dos ramos ligados à Babilônia mística preenche o que está escrito em Apocalipse 12:17: “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.”
William G. Johnsson afirma: “Não somos apenas uma denominação a mais: somos o povo do concerto, chamado para um propósito especial. Não porque sejamos melhores do que os outros, mas porque o Senhor, no uso de Sua liberdade, nos confiou uma tarefa.”10
Os dissidentes pensam que o “remanescente” se retirará da Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas Ellen G. White afirma enfaticamente: “Deus tem na Terra uma igreja que é Seu povo escolhido, que guarda Seus mandamentos. Ele está guiando, não ramificações transviadas, não um aqui e outro ali, mas um povo.”11 O teólogo Amin A. Rodor esclarece: “A purificação da igreja virá no tempo indicado, mas não através de reformas e reformulações inventadas e promulgadas pelos dissidentes. A igreja será purificada, mas o movimento será precisamente o inverso daquilo que aconteceu ao longo dos desdobramentos da História. Sairão os insinceros, enquanto os fiéis permanecerão na comunhão da igreja. E exatamente por isso, não há provisão para um novo remanescente.”12


Características do remanescente
— O remanescente do tempo do fim tem duas características peculiares: a observância dos “mandamentos de Deus” e a posse do “testemunho de Jesus” (Ap 12:17). Outra passagem correlata diz: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (14:12).
Notemos que essa distinção foi estabelecida por Deus. Portanto, ninguém pode contestá-la. Ela se encontra no livro de Apocalipse, do qual faz parte a seguinte advertência: “Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro” (Ap 22:18,19).
Se as características do remanescente visível foram definidas por Deus, cumpre-nos não apenas entender seu significado mas também cumprir o que nelas está implícito.

Obediência aos mandamentos. A Bíblia afirma: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2:8, 9). Ora, se o crente é salvo pela graça, por que deve o remanescente guardar os mandamentos de Deus? Estaria essa declaração bíblica em contradição com Apocalipse 12:17? Não. Mas, para entendermos isso, precisamos compreender o sentido de quatro palavras bíblicas: graça, sangue, fé e obras. A graça é a fonte da nossa salvação; o sangue (de Cristo) é o meio pelo qual a graça se manifestou ao mundo;Fé é o método estabelecido por Deus para que o crente receba o dom da graça. E as obras? As obras são o fruto da salvação pela graça, ou seja, uma vida em harmonia com a vontade de Deus expressa nos Dez Mandamentos.
A Lei não nos salva, mas desempenha pelo menos dois papéis básicos: mostra nossa condição espiritual (Rm 3:20) e revela a norma de conduta em relação a Deus e ao próximo (Mt 22:37-40). Jesus guardou os mandamentos; por isso, afirmou: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo 14:15).
“Genuína fé em Jesus compromete os remanescentes a seguir Seu exemplo. João explicou; ‘Aquele que diz que permanece nEle, esse deve também andar assim como Ele andou’ (1Jo 2:6). Uma vez que Jesus guardou os mandamentos de Seu Pai, eles também obedecerão aos mandamentos de Deus (Jo 15:10)…. Através do poder que Cristo lhes concede, obedecem aos requisitos divinos, inclusive os Dez Mandamentos – a imutável lei moral (Êx 20:1-17; Mt 5:17-19; 19:17; Fp 4:13).”13 Apocalipse 14:12 associa a guarda dos mandamentos à fé em Jesus. A carta aos Hebreus é clara: “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus” (11:6). Ellen G. White diz: “A igreja remanescente honra e observa os mandamentos de Deus, não de forma legalista, mas como uma revelação do caráter de Deus e de Cristo, que habita no coração do verdadeiro crente.”14

Testemunho de Jesus. Essa é a segunda característica do remanescente, de acordo com Apocalipse 12:17, a qual João define como o “Espírito de Profecia” (Ap 19:10). Como se vê, a própria Bíblia se explica.
“O remanescente será conduzido pelo testemunho de Jesus, manifestado através do dom de profecia. Esse dom do Espírito deveria funcionar continuamente ao longo da história da igreja, ‘até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo’ (Ef 4:13). Essa é, pois, uma das principais características do remanescente.”15 Esse dom não substitui a Bíblia – a única regra de fé -, mas a coloca em seu legítimo pedestal, numa época marcada pelo relativismo.
Missão — A missão do remanescente está consubstanciada nas três mensagens angélicas (Ap 14:6-12) e seu cumprimento trará completa e final restauração da verdade para este tempo. O teólogo adventista George R. Knigth afirma:

“Devo admitir que sou adventista do sétimo dia hoje em parte porque somos a única denominação que conheço que prega a mensagem remanescente de Apocalipse 12:17-14:12, especialmente Apocalipse 14:6-12, as últimas três mensagens a ser proclamadas ao mundo antes do segundo advento, mencionado no fim do capítulo 14. Preferiria, no entanto, que houvesse centenas ou milhares de denominações pregando a mensagem remanescente de Apocalipse 14, em vez de simplesmente uma.”16 Knight diz que essa mensagem escatológica de Deus é empolgante, enraizada no tempo, digna de se viver e sacrificar por ela, “e precisa ser pregada com vigor e sinceridade”.

Sem dúvida alguma, Deus “despertou um movimento – conhecido como Igreja Adventista do Sétimo Dia – com o explícito propósito de torná-lo, num sentido especial, o depositário e expoente dessa mensagem”.17

Conclusão — Como vimos, o conceito de “remanescente” desfila pelas páginas da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse. Nos tempos do Antigo Testamento, o remanescente era composto de sucessivas gerações de israelitas, o povo escolhido de Deus. Mas, quando os judeus rejeitaram o Messias, o “reino de Deus” foi retirado deles como povo e dado a uma nação de crentes em Cristo. No período dos 1.260 anos, o conhecimento da verdade foi obliterado, mas sempre houve pessoas fiéis à luz parcial da verdade.

Finalmente, ao se iniciar o “tempo do fim”, Deus suscitou um movimento profético para restaurar, viver e proclamar a verdade, contida em Apocalipse 14:6-12. Essa missão não exclui quem quer que seja, mas requer a existência de um povo que viva de acordo com Apocalipse 12:17 e 14:12, a fim de que as pessoas sinceras que estão espalhadas por todas as denominações conheçam a plenitude da mensagem para este tempo.
O fato de uma pessoa ser membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia não a credencia automaticamente como parte do povo escolhido. É preciso que ela tenha “fé em Jesus” e guarde “os mandamentos de Deus” (Ap 12:17; 14:12). Desse modo, estará habilitada para cumprir a missão que lhe foi confiada.
RUBENS S. LESSA – É redator-chefe da Casa Publicadora Brasileira.
Referências

Dwigth K. Nelson, “Quem é o remanescente?”, Sinais dos Tempos (Casa Publicadora Brasileira: Tatuí, SP, junho de 1998), p. 16.

Amin A. Rodor, “O remanescente e os dissidentes”, Ministério {CPB: Tatuí, SP: maio-junho de 2000), p. 5.

Questões Sobre Doutrina (CPB: Tatuí, SP, 2009), p. 166,167.

William G. Johnsson, “Em defesa do remanescente”, Revista Adventista (CPB: Tatuí, SP, agosto de 1998), p. 11.

Ellen G. White, Profetas e Reis (CPB: Tatuí, SP, 1996), p. 188,189.

____________, Primeiros Escritos (CPB: Tatuí, SP, 1991), p. 70.

Seventh-day Adventist Bible Commentary (Review and Herald Publishing Association: Washington, DC, 1980), v. 7, p. 813, 814.

Ellen G. White, O Grande Conflito (CPB: Tatuí, SP, 1988), p. 68.

Ibid, p. 120.

William G. Johnsson, Op Cit, p. 11.

Ellen G. White, Testemunhos Seletos (CPB: Tatuí, SP, 1985). v. 2, p. 362.

Amin A. Rodor, “O remanescente e os dissidentes”, Ministério (CPB: Tatuí, SP, setembro-outubro de 2000), p. 18.

Nisto Cremos (CPB: Tatuí, SP, 2008), p. 216.

Seventh-day Adventist Bibie Commentary, v. 7, p. 833.

Nisto Cremos, p. 216.

George R. Knight, A Visão Apocalíptica e a Neutralização do Adventismo (CPB: Tatuí, SP, 2010). p. 80.

Questões Sobre Doutrina, p. 167.

Fonte: Sétimo Dia