quinta-feira, 5 de maio de 2011

Império americano pode torturar e assassinar inimigos


A filha do terrorista Osama bin Laden assegurou que seu pai foi capturado vivo por soldados americanos antes de ser assassinado, segundo o canal de televisão da capital saudita Al Arabiya, que cita uma fonte da segurança paquistanesa. Segundo a fonte, identificada como um alto responsável da segurança, os soldados capturaram Bin Laden durante os primeiros minutos da operação militar na casa em que o líder da Al-Qaeda se refugiava, na cidade paquistanesa de Abbottabad, antes de disparar contra ele. A fonte explicou que depois de os soldados norte-americanos abandonarem a casa, as forças de segurança paquistanesas recuperaram no local quatro corpos com marcas de bala e detiveram duas mulheres e seis crianças com idades entre dois e 12 anos. Segundo o relato do canal de televisão, os familiares de Bin Laden foram transferidos à cidade de Rawalpindi, próxima a Islamabad. Entre as crianças estava uma filha do terrorista, de 12 anos de idade, que assegurou aos investigadores que os militares dispararam contra Bin Laden na frente de seus familiares.

Fontes da segurança paquistanesa haviam confirmado à Efe que tinham sob custódia uma esposa de Bin Laden e uma de suas filhas, de 12 ou 13 anos. Segundo uma fonte do serviço secreto do Paquistão, as duas estavam na casa onde os comandos norte-americanos mataram o líder terrorista.

(Estadão)

Nota: Creio que (quase) ninguém questiona o direito de os EUA caçarem os responsáveis pelo atentado que levou à morte milhares de pessoas no World Trade Center, em setembro de 2001. Mas as leis internacionais estabelecem que um prisioneiro tenha direito a um julgamento, antes de ser condenado. O que os EUA fizeram foi execução sumária. Fica o exemplo do tipo de atitude que o império norte-americano (o cordeiro transmutado em dragão) pode assumir quando o assunto é a “segurança nacional”. Está tudo descrito e antecipado lá em Apocalipse 13.[MB]

Fonte :http://www.criacionismo.com.br/

Para satisfazer lobby gay, STF ignora Constituiç​ão


O Supremo Tribunal Federal começou a decidir nesta quarta – e o julgamento será retomado nesta quinta – a constitucionalidade da tal “união homoafetiva”, um nome, assim, bastante dessexualizado para “casamento gay”. Qual é o problema dessa gente com as palavras? Para mais detalhes sobre o caso, clique aqui. O relator do caso é o ministro-poeta Calos Ayres Britto, que já leu o seu voto. Também se posicionaram o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams. Todos são favoráveis. Já chego lá. Antes, algumas considerações. Para surpresa de alguns, de um e de outro lado do debate, sou favorável ao casamento gay e não me oponho, sob certas circunstâncias, à adoção de crianças por casais do mesmo sexo [quanto ao casamento civil, que cada um “case” com quem quiser, mas continuo defendendo que as crianças precisam de pai e mãe – MB]. Mas eu também cobro “circunstâncias adequadas” dos héteros. O debate é longo, complicado. No arquivo, vocês encontram argumentos às pencas, inclusive de quem discorda de mim. A coisa a que eu me oponho, aí sim, é à violação da Constituição e à argumentação capenga. A Constituição é omissa ou explícita em relação ao casamento? É explícita. Assim:

“Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.
§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
§ 4º - Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.
§ 5º - Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.”

O Parágrafo 3º é regulamentado pela lei 9.278/96, que define a união estável, a saber:

“O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º É reconhecida como entidade familiar a convivência duradoura, pública e contínua, de um homem e uma mulher, estabelecida com objetivo de constituição de família.”

Pouco importa o que eu, Britto, Gurgel, Adams e a torcida do glorioso Corinthians achemos, temos, como se vê, uma Constituição e uma lei que tratam do assunto. Ou elas são mudadas, ou o casamento gay só pode ser “aprovado” pelo Supremo se o tribunal decidir ignorar a Constituição e se comportar como legislador, usurpando uma prerrogativa do Congresso. Por que os senhores parlamentares ditos progressistas não apresentam uma emenda à Constituição para mudar a definição de família? É receio de que seja rejeitada? Mas, se for, não será a democracia em pleno funcionamento? Ou, nesse caso, para driblar uma eventual vontade do povo, apela-se ao Supremo para que ele casse a prerrogativa do Congresso?

Não dá! Das duas, uma: ou se muda o que vai nos textos legais ou se opta pela inconstitucionalidade. É simples assim. O ministro Ayres Britto é chegado a larguezas interpretativas. Ontem mesmo não entendi se ele tentou ser cartorial, fescenino ou bíblico [?] ao definir os órgãos genitais, mas não há poesia que consiga mudar a gramática hormonal desta tautologia – atenção para o sujeito, o verbo de ligação (também chamado “cópula” nas antigas gramáticas) e o predicativo destas duas frases: “Homem é homem; mulher é mulher.” Homem tem bingolim, não importa que destinação dê a ele; mulher tem borboletinha, idem para a destinação. O casamento da Constituição ou a união estável da Lei 9.278 é a união do bingolim com a borboletinha. Sem apelo. Ou que se mudem os textos, caramba!

No seu voto, sempre looooongo, o ministro Britto foi a altitudes esplendorosas e cometeu o seguinte assassinato da Lei da Evolução [sic]: “O órgão sexual é um plus, um bônus, um regalo da natureza. Não é um ônus, um peso, em estorvo, menos ainda uma reprimenda dos deuses.” [Do ponto de vista criacionista, a gafe de Britto é ainda pior. O pênis não é um “bônus da natureza”, é um órgão complexo criado por Deus, dentro do propósito dEle para o verdadeiro casamento entre homem e mulher - MB.]

É um daqueles casos em que Didi Mocó indagaria: “Cuma?” Vou, só para mostrar que sou uma pessoa do diálogo, concordar com aquilo que o ministro acha que o sexo “não é”. Mas, no que é, ele está erradíssimo. Ministro: a vocação de toda espécie é perpetuar-se; a do indivíduo de cada espécie é reproduzir-se. O dito “órgão” não é regalo, não!, um presentinho da natureza! É a essência do negócio, o senhor entende? Como poesia, a constatação é ruim; como ciência, é uma grande batatada. Se o órgão sexual fosse um bônus, a natureza teria inventado meios mais eficazes de garantir a reprodução. Ela é assexuada só em formas mais primitivas de vida. Muito antigamente, havia a crença popular de que o vento inseminava os urubus. Bem, não somos urubus que ganharam um “regalo”…

“Ah, mas os humanos não fazem sexo só para reprodução; também fazem por gostosura!” Eu sei. Ainda bem, né? Mas isso não confere cientificidade à fala do ministro. Ademais, as palavras a que ele recorre não deixam de ser engraçadas. Freudianos ortodoxos talvez concordassem, no terreno dos símbolos, que o bingolim é um “plus”. Já a borboletinha… A diferença gerou uma questão polêmica: “Mas o que querem as mulheres?” Convenham: o Brasil pede cada vez mais senso de humor.

Aí alguém dirá: “Pô, Reinaldo, o ministro não estava falando como cientista.” Entendo! Então era como jurista, doutor em direito? Repito a frase: “O órgão sexual é um plus, um bônus, um regalo da natureza. Não é um ônus, um peso, em estorvo, menos ainda uma reprimenda dos deuses.” Que saber é esse? Direito é isto aqui: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.” O resto é poesia ruim.

Roberto Gurgel, procurador-geral da República também falou, a saber: “Os homossexuais devem ser tratados com o mesmo respeito e consideração que os demais cidadãos, e a recusa estatal em reconhecer uniões implica não só privá-lo de direitos como também importa em menosprezo a sua própria dignidade.”

Concordo, claro! Mas o que isso tem a ver com o que está escrito na Constituição? Aí ele avança: “Esta ausência de referência [de casais do mesmo sexo na Constituição e na lei] não significa, de qualquer modo, o silêncio eloquente da Constituição Federal. Não implica, necessariamente, que a Constituição não assegure o seu reconhecimento.”

Isso é puro opionismo. Então ele precisa provar. Em algum lugar, há de estar ao menos sugerido o casamento gay. E eu lhes asseguro (a Constituição e a lei são de domínio público): não está!

Aí foi a vez de Luis Inácio Adams, advogado-geral da União: “Esse reconhecimento que vem acontecendo mostra que o primeiro movimento de combate à discriminação é a partir do Estado. Temos visto, na nossa sociedade, violentas manifestações de agressão às relações homoafetivas, mas que só serão passíveis de rejeição à medida que o Estado for o primeiro a rejeitar essa discriminação.”

Não acho uma opinião imune a um debate conceitual sobre o papel do Estado, mas deixarei isso pra lá agora. Pergunto ao sr. advogado-geral se ele considera que o Poder Legislativo é ou não parte integrante do Estado. Em sendo – e ele sabe que é –, pergunto-lhe também se cabe ao Supremo zelar pela Constituição ou lhe emprestar o sentido que der na telha de um ministro porque, afinal, se quer fazer justiça… Pior: ao fazê-lo, cabe usurpar a prerrogativa de outro poder ou mudar o sentido das palavras?

O pior é que acho que o Supremo tende a votar com Britto porque o lobby gay é poderoso, como vimos não faz tempo. Consegue satanizar as pessoas em três tempos e conta com amplo apoio da imprensa. Já os defensores da Constituição são mais discretos e menos influentes. É possível que os ministros não queiram a pecha de homofóbicos só porque entendem que o “homem”, de que fala a Contituição, é o que tem bingolim, e a mulher, a que tem borboletinha, pouco importando, como diria Britto, como cada um se regala com o seu “plus”, com o seu “bônus”.

Se o Supremo ficar livre para redefinir os conceitos de “homem” e “mulher”, essa questão, assim, tão primitiva, então ficará livre para dar o sentido que quiser a qualquer outra palavra. Sempre que alguma questão for influente e contar com grupos organizados de pressão, o tribunal corre atrás. Eu estou pouco me lixando para aquilo que cada um faz com o seu “plus” desde que não envolva crianças, não seja forçado e exclua animais… Acho que os gays podem e até devem lutar por aquilo que acham justo. Mas a Constituição e a lei existem. Se elas não mudarem, o Supremo só tem uma coisa a fazer se sua referência é a Constituição. E é rejeitar o casamento enquanto a Constituição não mudar.

Ou, por outra, vejam que fabuloso: o João e o João ou a Maria e a Maria estarão abrigados pelo seguinte texto: “(…) é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar.”

P.S.: O texto acima foi publicado às 23h40 desta quarta. Eu já sei que, para alguns, sou mau como um pica-pau tanto por não ver problemas no casamento gay quanto por sustentar que ele é inconstitucional. Um já defendeu a minha excomunhão; outro já me chamou de homofóbico, e outro ainda, de “veado enrustido”. Eu já conheço todas as ofensas. Eu estou tratando de uma questão legal e constitucional. E sei que o Supremo vai acabar concordando com a teoria do “plus” e do “regalo”. Talvez seja intelectualmente mais honesto buscar o caminho da, bem…, da “poesia” do que tentar encontrar fundamentação jurídica, não é mesmo? Perigosamente mais honesto. Nos comentários, peço que os exaltados não percam tempo com os xingamentos que já conheço.

P.S. 2: Ah, sim: todos são iguais perante a lei e tal. Mas essa igualdade não muda a natureza do casamento definido na Constituição e na lei. [Sem contar a definição clara encontrada na Bíblia Sagrada: homem e mulher os criou, e esses, casados, tornam-se uma só carne – MB.]

(Reinaldo Azevedo, Veja)

Fonte : http://www.criacionismo.com.br/

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dia dos Desbravadores 2011 - Parte 4 - Batismos


Dia dos Desbravadores 2011 - Parte 3

A festa dos Desbravadores 2011, culminou com  uma manhã de meditação, gincanas, brincadeiras e muito lazer, com a presença de algumas crianças do Clube de Aventureiros.

Dia dos Desbravadores 2011 - Parte 2


Mais fotos do último dia 30 de Abril, dia dos Desbravadores.


à tarde houve um JA, onde alguns jovens deixaram de ser Aventureiros e passaram a ser Desbravadores, tudo isso aconteceu na Igeja Central da Primavera.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Dia dos Desbravadores 2011 - Parte 1


 A Igreja Adventista do Sétimo Dia de Alto Alegre teve o privilégio de contar com uma programação muito especial preparada pelos Clube de Desbravadores Sigma, onde teve Louvor, oração, entrada com bandeiras, encenações, e meninos e meninas dirigindo a programação.

Tudo em comemoração ao Dia Mundial dos Desbravadores, que reúne crianças e adolescentes em atividades para crescimento físico, mental e espiritual.

Estes desbravadores fizeram a festa, louvando  a Deus, fazendo as atividades do clube, e que são felizes, pois esperam a volta do Senhor.

O clube Sigma realizou a programação especial, onde Pais, amigos, membros da igreja e desbravadores ficaram impressionados com a beleza e a criatividade apresentadas por este clube.

Para todos nós o clube é um auxilio para as famílias no trabalho com os meninos e meninas para que saibam escolher a melhor direção.

A programação culminou com uma grande festa, onde três jovens foram batizados para honra e glória de Deus, e um dos Diretores do clube,  Gilmar não pode conter a emoção : "O Clube é um ganhador de almas para Cristo.", disse muito emocionado.

 Fotos da Escola Sabatina e Batismos.

Gilmar Aguair, Agradecendo a Dus.

Pastor Kennedy, Batizando a Jovem Taila.
Raimundo Sendo batizado.
Geiciane também se batizou.



segunda-feira, 2 de maio de 2011

A batalha (distorcida) do Apocalipse


O livro A Batalha do Apocalipse foi escrito pelo jornalista brasileiro Eduardo Spohr. De acordo com a revista Veja, ele está em sétimo lugar entre os mais vendidos de ficção. Eis um resumo do conteúdo da obra: “Há muitos e muitos anos, tantos quanto o número de estrelas no céu, o paraíso celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros,amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o Dia do Juízo Final. Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas. Único sobrevivente do expurgo, Ablon, o líder dos renegados, é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na Batalha do Armagedon, o embate final entre o céu e o inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro da humanidade. Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano, das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval, A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana – é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, repleto de lutas heróicas, magia, romance e suspense.”

O site da revista Época traz uma entrevista com Spohr e publicou o seguinte subtítulo: “Inspirado na Bíblia e na cultura nerd, A Batalha do Apocalipse, de Eduardo Spohr, se tornou um hit na internet e ameaça a hegemonia dos vampiros nas livrarias.” Sobre a pesquisa para escrever a obra, o jornalista disse: “Não foi uma pesquisa gigantesca, porque a pesquisa não pode ser mais importante que os personagens. Mas sempre gostei do tema e sempre estive em contato com ele. Li algumas passagens do Velho Testamento e o Apocalipse da Bíblia. Também li alguns livros apócrifos e de mitologia, mas tudo isso está no livro apenas como uma inspiração. É uma aventura de ficção, acima de tudo. [...] Me inspirei um pouco em Matrix, em Highlander... As lutas entre os personagens têm influência de Cavaleiros do Zodíaco - assisti muito a esse desenho na minha infância, tenho alguns bonecos até hoje. Os anjos no meu livro são como super-heróis. E alguns autores influenciaram bastante o meu estilo: O J. R. R. Tolkien, da trilogia Senhor dos Anéis, o Stephen King e o Robert E. Howard, criador do Conan.”

Não sei o que é pior: literatura vampiresca voltada para adolescentes acríticos ou um livro que se diz inspirado na Bíblia, mas que a distorce tremendamente. Note que Spohr afirma em sua obra que os anjos caídos são “amantes da justiça e da liberdade” e desafiaram “a tirania dos poderosos arcanjos”. Na verdade, arcanjo existe apenas um: Miguel, que é o próprio Jesus (em hebraico, Mikhael significa “aquele que é como Deus”). Em outras palavras, com seu livro, Spohr está ecoando as acusações do rebelde-mor, Lúcifer, segundo o qual Deus é o tirano da história – mas talvez o autor nem saiba disso, pois diz ter lido apenas algumas passagens da Bíblia.

Para Spohr, escrever esse livro pode ter sido parte de uma brincadeira divertida e lucrativa. Para ele, a obra é mera ficção. O problema é que muitos de seus leitores jamais pegarão uma Bíblia para ler a história verdadeira e levarão na memória as inverdades de um livro que trata de assunto muito sério como se fosse conto de fadas ou enredo de RPG.

O inimigo de Deus anda bastante ativo por esses dias...[MB]

Fonte : http://www.criacionismo.com.br/